terça-feira

Lindsay Lohan tira a roupa para Playboy dos EUA

Fotos e entrevista com a atriz que enfrenta problemas com a justiça sairão no final de dezembro


Playboy teria pago cerca de US$ 1 milhão para atriz posar nua - Giuseppe Aresu/ AP
Giuseppe Aresu/ AP
Playboy teria pago cerca de US$ 1 milhão para atriz posar nua
A atriz Lindsay Lohan, que ficou horas por trás das grades no domingo após violar sua liberdade condicional por acusações de dirigir embriagada e furto, aparecerá nas páginas da Playboy no próximo mês, disse a revista e o porta-voz de Lindsay nesta segunda-feira.

"Lindsay Lohan estará na edição janeiro/fevereiro da Playboy, que chega às bancas no final de dezembro", disse a revista em comunicado.

O porta-voz de Lindsay disse que a atriz havia terminado a sessão de fotos, e estará na capa da revista.

"O ensaio de fotos é totalmente fantástico e de muito bom gosto, e será acompanhada de uma entrevista que permitirá aos leitores conhecer outro lado de Lindsay", disse o porta-voz Steve Honig.

Especulações sobre a sessão de fotos na Playboy atraíram a atenção da mídia nas últimas semanas, enquanto Lindsay enfrentava seus problemas com a Justiça.

Em outubro, a revista de celebridades online TMZ.com disse que a Playboy ofereceu a ela 750 mil dólares, mas a atriz queria 1 milhão de dólares para posar. A revista então fez uma contraproposta perto disso, afirmou a TMZ.

(Reportagem de Bob Tourtellotte)

Polícia localiza bebê ‘comprado’ pelo pastor Fausto e companheira

Michele foi localizada com o bebê em Fortaleza quando se preparava para fugir


Michele, Fausto e a criança (Crédito: Reprodução)
Policiais do Piauí, sob o comando da delegada Andréia Magalhães irão até Fortaleza (CE) com o objetivo de resgatar o bebê de três meses que estava com uma mulher conhecida por Michele apontada como companheira do pastor Fausto Oliveira na ‘compra’ de recém-nascidos.
Michele, cujo nome verdadeiro é Gleice Cavalcante Carvalho, segundo a delegada Andréia Magalhães, se prepara para viajar com a criança para o Rio de Janeiro. A mulher será recambiada para Teresina, juntamente com a criança ainda nesta terça-feira, 8.
A delegada Andréia Magalhães revelou a localização da criança e da mulher durante entrevista coletiva na manhã desta terça, 8, na sede da Academia de Polícia do Piauí. De acordo com a delegada, a criança não será entregue para a mãe, mas sim para a juíza Maria Luiza, que está cuidando do caso. Após a localização, desde a noite de segunda-feira a criança está num abrigo de Fortaleza.
Segundo as investigações da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), além do 'Pastor Fausto', 'Michele' e mais duas mulheres, que seriam amigas da mãe da criança, estariam envolvidas no crime. O rapto da criança aconteceu no dia 24 de outubro e a mãe da criança denunciou o desaparecimento da filha no dia seguinte. No entanto, a própria mãe foi presa após suspeitas de que teria recebido dinheiro e teria entregado até a documentação da criança.
A Investigação
A Polícia, através da Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), estava no encalço de Michele, que na verdade se chama Gleice Cavalcante Carvalho. Ela estava em Fortaleza (CE), de malas prontas para o Rio de Janeiro (RJ). Deu um nome ao bebê, de Vitória Raquel, e a entregou na casa de uma amiga.
Ela ia tentar fugir para depois retornar quando o ex-deputado envolvido no caso, Pastor Fausto Oliveira, que também está preso nas dependências da DPCE em Teresina, conseguisse ser solto.
“Michele” na verdade é Gleice
Um investigador, a pedido da delegada Andreia, conseguiu descobrir e acionou a Polícia em Fortaleza. Ela usou pelo menos cinco telefones públicos (orelhão) diferentes para se comunicar com o investigador que se passou pelo Pastor Fausto.
Presa, ela vem a Teresina para prestar depoimento e contar sobre o possível esquema de tráfico de crianças no Piauí. Na coletiva, a delegada Andréia revelou que Pastor Fausto e Michele (Gleice) agiam em Teresina e Fortaleza. Ele, que é de João Pessoa (PB), se hospedava em um hotel da capital cearense que fica em frente a um hospital infantil.
Como agiam em Teresina
Já em Teresina, Pastor Fausto tinha a casa da esposa, identificada como Solange, como 'QG'. A residência fica próxima ao hospital do bairro Promorar, na zona Sul da cidade. Desta forma era possível saber a quantidade de crianças, pessoas mais humildes que procuravam atender seus filhos no local.
Discreto, Pastor Fausto seria o 'cabeça' do esquema e por isso ele colocava Michele (Gleice) como a principal 'isca' para atrair famílias pobres e conseguir cooptar essas crianças. Até de palhaça em festinhas a acusada presa participava.
A Polícia agora investiga a possibilidade do pagamento de R$ 4 mil e mais um apartamento para a mãe da criança e espera concluir as apurações assim que Michele e a criança, que será entregue à juíza, retornarem a Teresina.
Da Redação com 180° Graus

Prefeito sugere que Nairon se desculpe ao povo de João Pessoa



O prefeito de João Pessoa, Luciano Agra (PSB), comentou hoje as declarações feitas no final de semana pelo humorista Nairon Barreto, criador do personagem "Zé Lezim" e responsável por uma polêmica iniciada durante uma piada na qual disse que à exceção das praias, a capital da Paraíba seria "uma bosta". - Sinceramente, conheço bem a dramaturgia em suas modalidades. Conheço o humor. Não posso me encantar por uma manifestação que venha a diminuir a cidade de João Pessoa. Entendo a manifestação artística livre, tenho carinho pelas artes e acredito que o melhor a ser feito para encerrar esse episóido é dar um crédito a Nairon. Ele deve ter a hombridade suficiente para pedir desculpas à população de João Pessoa - comentou Agra.
Nairon Barreto evitou o contato com a imprensa e disse ter "se dado ao luxo" de sortear uma emissora na qual concederá uma entrevista sobre o episódio. Ele acrescentou que não pretendia "se trocar" com jornalistas e radialistas analfabetos porque "todo fedorento" tem um microfone para falar. A "privilegiada" entrevista do humorista Nairon Barreto será concedida ao jornalista Luís Tôrres, no Conexão Arapuan de hoje à noite.

Antes, porém, "Zé Lezim" pediu desculpas aos proprietários do Mag e do Manaíra Shopping para exaltar os dois empreendimentos como exceções à generalização escatológica que fez de João Pessoa.

Da Redação com Parlamento PB

Caso Michael: médico é condenado por homicídio

O médico Conrad Murray foi considerado culpado pela morte de Michael Jackson. O veredicto foi dado após seis semanas de julgamento, quando o júri formado por sete homens e cinco mulheres decidiu na Suprema Corte de Los Angeles, nesta segunda-feira, 7, que o cardiologista de 58 anos foi culpado pela morte do cantor.
 
Ele foi condenado por homicídio culposo – sem intenção de matar – ao dar ao cantor uma dose fatal do sedativo propofol para ajudar o popstar a dormir.
A condenação será decidida no próximo dia 29 e até lá Dr. Murray ficará preso, sem direito a fiança. O médico foi algemado logo após o anúncio da decisão.
Histórico
Em 25 de junho de 2009, Michael Jackson morreu em sua casa em Los Angeles por overdose do anestésico de uso hospitalar que estaria usando durante os preparativos da turnê "This Is It".
O julgamento começou em 27 de setembro e em 12 de outubro os advogados do médico desistiram do argumento de que o cantor havia ingerido sozinho a dose do anestésico propofol, causa da morte, enquanto ele não estaria por perto.
O propofol é um medicamento de uso controlado e o acompanhamento constante do médico que receitava o remédio se fazia necessário em tempo integral.
O médico responsável para necropsia de Michael, Chrisopher Rogers, afirmou que o astro foi vítima de homicídeio. A promotoria questionou o motivo de sua conclusão e ele informou que a dificuldade de Michael em dormir não indicava a necessidade do uso de propofol e ainda que não havia equipamentos de salvamento adequados disponíveis na casa do músico para assegurar a integridade física dele, por se tratar de um sedativo forte. Rogers afirmou ainda que o popstar não sofria de problemas cardíacos.
Trechos ditos pela acusação durante o julgamento:
- A causa da morte de Michael Jackson foi overdose de Propofol, remédio administrado pelo Dr. Murray.
- Nós vamos provar que Conrad Murray agiu repetidamente com negligência e incompetência.
- Murray fez fez um esquema com uma farmácia para comprar grandes quantidades de Propofol em uma base regular. Mas ele mentiu para o farmacêutico, dizendo que tinha uma clínica em Santa Monica, e ele não tem.
- Em 10 de maio de 2009, Murray fez uma gravação de voz em seu iPhone que revela que Michael Jackson estava sob a influência de "substâncias desconhecidos" com o médico sentado ao seu lado. Isso mostra que Murray tinha consciência do estado de Michael.
- A polícia foi avisada às 12h20. Quando os paramédicos chegaram, Michael estava morto.
- Murray nunca disse aos paramédicos que ele deu Propofol ao músico, mesmo quando eles o questionaram sobre drogas administradas por ele.
- Os paramédicos afirmaram que Michael Jackson estava morto, mas Murray insistiu para que o transportassem para o hospital.
- Dois dias depois da morte do músico, Murray encontrou-se com detetives da polícia de Los Angeles e divulgou que estava dando doses diárias de Propofol ao astro por mais de dois meses, com o intuito de colocá-lo para dormir. Esta é a primeira vez que Murray revelou isso.
- Murray disse à polícia que ele foi ao banheiro para urinar e quando voltou, dois minutos mais tarde, descobriu que Michael não estava respirando. O Ministério Público diz que deixar um paciente sozinho é considerado abandono médico.
- O promotor encerrou afirmando que Conrad Murray agiu com negligência e não estava pensando no interesse de Michael Jackson, mas sim trabalhando por US$ 150 mil (R$ 276 mil) por mês.

Paraíba Urgente

Wilson Santiago deixa o Senado lamentando decisão da Justiça sobre a validade da Lei da Ficha Limpa

Wilson Santiago deixa o Senado lamentando decisão da Justiça sobre a validade da Lei da Ficha Limpa




 
Diante da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a Lei da Ficha Limpa não valer para as últimas eleições, o senador Wilson Santiago (PMDB-PB) fez hoje (7) o seu discurso de despedida do Senado. Ele será substituído por Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), que tomará posse amanhã (8) na parte da tarde. Cunha Lima foi eleito com maioria de votos na Paraíba, mas, por ser ficha suja, foi barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Santiago disse, em seu discurso, que o STF teve um comportamento contraditório ao derrubar a validade da lei para as últimas eleições, quando já havia decidido, diante do empate no primeiro julgamento, que valeria a interpretação do TSE. Inconformado, o senador do PMDB lembrou que não houve acusações contra ele e sim contra o candidato eleito que irá assumir o cargo.

“É um caso, digo até, inusitado. Você é afastado de um mandato que não tem nenhum processo contra. Você é afastado de um mandato em que houve um ato jurídico perfeito. E é prolatado [proferido] o resultado de uma eleição, a convocação para uma diplomação e, posteriormente, uma posse. E nesta posse não teve questionamento nenhum, nem impugnação, nada, questionamento jurídico nenhum. E, um ano e seis meses depois, a própria Justiça diz que tem que retroagir e rever o caso lá de julho, de 5 de julho do ano passado”, declarou.

O ex-governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima, foi impedido de tomar posse sob acusação de abuso de poder econômico e conduta vedada a agente público. Em breve, o Senado terá que dar posse a outro senador barrado pela Leia da Ficha Limpa. João Capiberibe (PSB-AP) deverá assumir a vaga que atualmente está sendo ocupada por Geovani Borges (PMDB-AP).

Na quarta-feira (9), o STF deverá julgar mais uma vez a Lei da Ficha Limpa. O primeiro julgamento considerou que a lei não vale para as últimas eleições em função do princípio da anualidade, ou seja, ela tinha que ter sido aprovada um ano antes das eleições. Agora, os ministros da Suprema Corte irão decidir se a lei é constitucional e se valerá para as próximas eleições.
Agência Brasil