segunda-feira

Mãe processa hospital após receber envelope com partes do corpo de seu bebê

Rio - Uma britânica passou por um trauma irreparável após receber um envelope contendo partes do corpo de seu bebê, que havia nascido morto. Danielle Tivey, de 27 anos, de Essex, no Reino Unido, entrou com um processo contra o Hospital Southend após passar pela situação no meio da recepção da unidade de saúde.
Em 2007, Danielle estava grávida de gêmeos e um mês antes do parto descobriu que um dos bebês já estava morto. Após o parto, a mulher decidiu que queria fazer um feneral para o filho morto e fez o pedido ao hospital. Quando os restos mortais finalmente foram liberados, uma recepcionista do hospital simplesmente entregou à Danielle um envelope pardo contendo pele e amostras do tecido de seu bebê falecido.
Foto: Reprodução 'Daily Mail'
Danielle Tibey com seu parceiro George e Alfy, o irmão gêmeo do filho que nasceu morto | Foto: Reprodução 'Daily Mail'
"Eu não posso acreditar que alguém pode ser tão insensível para se comportar desta maneira, muito menos o Serviço Nacional de Saúde, que, supostamente, deve cuidar dos cidadãos", afirmou a britânica, em um comunicado.

Um pedido de desculpas formais foi feito em agosto de 2010 pelo ex-presidente-executivo John Gilham e um acordo de compensação foi realizado em janeiro de 2011.

De acordo com o hospital, os padrões de serviços funerários foram reformulados, assim como os processos de informação e aconselhamento. A unidade de saúde se recusou a explicar exatamente como ocorreu o incidente.

Da Redação com O Dia Online

Juíza morta em Niterói: cabo PM que manteve relacionamento com vítima diz que não confia mais em ninguém e que foi ameaçado de morte


Um policial civil analisa as marcas de tiro no carro da juíza Patrícia Acioli, assassinada quando chegava em casa, em Niterói. Foto: Pablo Jacob
Ana Carolina Torres e Marcos Nunes
Oito dias após a morte da juíza Patrícia Lourival Acioli, o cabo PM Marcelo Poubel, que mantinha um relacionamento com a magistrada, resolveu romper o silêncio que manteve desde o dia do crime, no último dia 11. Na noite de sexta-feira, depois de duas tentativas de contato, o policial decidiu falar sobre a perda. Em uma entrevista exclusiva, Poubel contou como é viver sem a companheira, a quem chamou de "meu amor", que foi morta com 21 tiros na porta de casa, em Niterói. Ameaçado de morte, Poubel diz já ter dormido no mato, afirma se assustar com a presença de motos e carros e garante que, se deparar com uma operação policial, vai parar e dar a volta. "Não confio em ninguém", disse o policial, que está licenciado por motivos de saúde.
EXTRA: Você teme ser morto pelas mesmas pessoas que mataram a juíza Patrícia Acioli?
Marcelo Poubel: Estou correndo risco de vida. Minha vida está um nó, está toda destruída. Estou vendo fantasma na rua, preciso tomar remédio para dormir. Sabe quando sua vida se transforma? Um dia você está feliz com uma pessoa e, de repente, ligam com uma notícia trágica que te destroça. Perdi minha mãe há alguns dias, mas a Patrícia era mais que minha mãe, que minha irmã. Era meu coração, minha cabeça e minha mente. Minha vida acabou.
EXTRA: O que mudou na sua rotina depois do crime?
Poubel: Estava fazendo tratamento com psiquiatras desde 2006. Ela (Patrícia) era sempre quem me acompanhava. Estou licenciado da PM, tomando remédios. Agora, desde que o fato aconteceu, não durmo mais. Já dormi dentro do mato, já dormi em cima de laje, em carro estacionado nas ruas. Se passa uma moto perto de mim, já penso que é algo. Passa um carro e penso o mesmo. Se tiver uma operação policial, prefiro parar e dar a volta, eu não confio em ninguém.
EXTRA: Em 2006, você e a juíza receberam ameaças de morte por telefone. Como vocês conviviam com isso?
Poubel: Com relação às ameaças, só tomei bordoadas. Foram ameaças por telefone, por carta, havia muitas ameaças, entendeu? E ela (Patrícia) fazia a parte dela, corria atrás para se resguardar ao máximo. Aí, o inesperado aconteceu. A vida foi uma grande peça. Eu não entendo o motivo de ter tanto marginal solto, entendeu? Eram presos, mas depois ficavam soltos.

A juíza Patrícia Acioli
A juíza Patrícia Acioli Foto: Reprodução da internet
EXTRA: Mas como a juíza se resguardava? Tomou alguma precaução quando ficou sem seguranças?
Poubel: A gente fazia a nossa parte. Ela (juíza) não tinha vida social. Era do trabalho para casa e da casa para o trabalho. Só vivia para a família. Era o símbolo de que, de repente, a impunidade não existiria. Precaução, tomava sempre. Mesmo após eu ter saído do trabalho (segurança da juíza), a gente sempre dava um jeito de ir embora em comboio. Todos iam juntos. Quem fez isso com ela é um desgraçado, ele destroçou a vida de todo mundo. Desgraçou a vida de quem acreditava na Justiça.
EXTRA: Você acredita que a polícia vai solucionar o crime?
Poubel: Há muitas pessoas competentes no caso. Se não houver uma resposta, encontrando quem fez isso, será o fim do mundo. Não vou deixar de acreditar na Justiça. Só que um pouco da cidadania de quem mora em São Gonçalo e Niterói foi enterrada junto com a juíza Patrícia Acioli.
EXTRA: Como vocês começaram o relacionamento?
Poubel: Trabalhava no Serviço Reservado do 7 BPM (Alcântara), era fã dela. Comecei a me relacionar com ela em 2004, embora já a conhecesse.
EXTRA: Quando vocês se falaram pela última vez?
Poubel: Foi no mesmo dia em que aconteceu a situação (o crime). Falei que estava muito triste, e ela me perguntou o motivo. Falei algo espiritual. Ela me perguntou se bastava para mim, eu disse que bastava. Ela me abraçou e me beijou e disse: "Deixa eu ir que tenho de cuidar de um júri".
EXTRA: Do que a Patrícia mais gostava?
Poubel: Patrícia era fã de várias pessoas, de várias autoridades que foram ameaçadas e que encararam a milícia, ou que eram a voz dos cidadãos. Espero que essas pessoas sejam agora a voz dela. Ela é um anjo. Se eu amanhã tiver um relacionamento, queria que Deus me desse um privilégio, que ela venha como minha filha, para que eu possa protegê-la, porque o que eu mais lamento hoje é o fato de ela ter ido e eu ter ficado aqui. Fui apaixonado por ela. Eu trocaria de lugar com ela agora.

Da Redação com EXTRA

Médica será avaliada por Secretaria de Saúde após fixar seringas em muro

Sindicância pode ser aberta, diz direção do hospital onde a mulher trabalha.
Responsável pelo condomínio informou que seringas foram retiradas.


Contra ladrões, médica põe seringas que teriam sangue com HIV em muro de casa (Foto: Reprodução/TV Globo) 
Contra ladrões, médica põe seringas que teriam
sangue com HIV em muro de sua residência

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou nesta segunda-feira (22), por meio de nota, que a médica responsável por fixar seringas na grade de casa e escrever em um cartaz “Muro com sangue HIV positivo – não pule”, será encaminhada para avaliação clínica quando retornar às atividades no Hospital Regional do Paranoá.
Leia a íntegra da nota da Secretaria de Saúde
Segundo a Secretaria de Saúde, a médica está em abono anual e retorna às atividades nesta terça-feira (23). De acordo com a Lei 1.303, o servidor tem direito a cinco dias de abono ao ano, quando não tiver mais de cinco faltas injustificadas no período de um ano.
A direção do Hospital Regional do Paranoá  informou que, caso a servidora tenha se apropriado de material que pertence à secretaria, será aberto um processo de sindicância para apurar os fatos.
O Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) também afirmou que irá apurar a ação da médica. Segundo o CRM, a médica poderá receber penalidade que pode ir desde a advertência à cassação do exercício profissional. O conselho adiantou que a atitude da médica apresentou indícios de infração ao Código de Ética Médica.
Leia a íntegra da nota do Conselho Regional de Medicina

Cartaz colado em grade de casa do condomínio RK, em Sobradinho, avisa sobre seringas que teriam sangue com HIV (Foto: Reprodução/TV Globo) 
 
Cartaz colado em grade de casa do condomínio
RK, em Sobradinho, avisa sobre seringas que
teriam sangue com HIV

Para o presidente do CRM-DF, Iran Augusto Cardoso, se a ortopedista retirou as seringas do hospital, ela adquiriu inapropriadamente o material. Segundo Cardoso, ao expor as seringas, a médica colocou em risco a saúde dos moradores vizinhos.
A síndica do condomínio RK, Vera Barbieri, contou que as seringas foram retiradas da grade da casa da médica no sábado (20) à noite. No entanto, o cartaz que informa “Muro com sangue HIV positivo – não pule” continua no local. Ainda segundo a síndica, a médica teria colocado o material na grade na quinta-feira (18).
Vera afirmou que a Vigilância Sanitária foi acionada ainda no sábado, mas disse que não poderia fazer nada em relação ao assunto. Nesta segunda-feira, a Vigilância Sanitária solicitou que a síndica encaminhasse o nome completo da médica, para que ela possa ser responsabilizada.
“Estamos agindo em termos administrativos. A Vigilância Sanitária disse que, para a conclusão dos encaminhamentos necessários ao caso, precisamos repassar os dados”, contou.
A síndica ainda informou que a médica foi notificada pelo condomínio no sábado e deverá pagar multa de R$ 180. “A moradora tem cinco dias para corrigir os problemas. Caso contrário, a multa poderá subir”, explicou Vera.
“A situação extrapola a capacidade do condomínio de notificá-la. É um assunto mais amplo, é uma ameaça à sociedade. Se uma pessoa portadora vir uma coisa dessa no muro de uma casa, se torna algo constrangedor, é discriminatório”, completou a síndica.

Veja íntegra da nota da Secretaria de Saúde:
"A direção do Hospital Regional do Paranoá informa que a referida médica trabalha na regional como ortopedista. Atualmente, a servidora encontra-se em abono anual (conforme direito do servidor - Lei 1303 de 16/12/1996).
A regional enfatiza que não há nenhum tipo de autorização para que qualquer servidor retire material médico-hospitalar da unidade de saúde. Todos os materiais utilizados no hospital são devidamente controlados.
Conforme determina o núcleo de infecção hospitalar, em cada setor há um recipiente adequado para armazenamento e descarte de material pérfuro-cortante.
A direção esclarece ainda que, se confirmado que a servidora tenha se apropriado de algum material pertencente à SES/DF, procederá com a abertura de processo de sindicância, para apuração rigorosa dos fatos.
Ao retornar às suas atividades profissionais, a servidora será encaminhada para a diretoria de Saúde Ocupacional para avaliação clínica.
Brasília, 22 de agosto de 2011. "

Veja íntegra da nota do Conselho Regional de Medicina (CRM):
"O Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) irá apurar a ação da médica, moradora do condomínio RK em Brasília, após a mesma fixar agulhas, supostamente contaminadas pelo vírus HIV, na grade da casa onde mora. O CRMDF, fundamentado no Código de Ética Médica, analisará todos os fatos relacionados ao ato da ortopedista. Após a referida análise, a médica poderá receber uma penalidade, que vai desde a advertência à cassação do exercício profissional."

Da Redação com G1

quinta-feira

Esposa corta e coloca o pênis do marido no triturador após sedá-lo e amarrá-lo na cama

Esposa corta e coloca o pênis do marido no triturador após sedá-lo e amarrá-lo na cama 
Uma mulher de 48 anos foi presa na Califórnia por cortar o pênis do marido e colocá-lo no triturador, após sedar a vítima, informou a polícia nesta terça-feira.

Catherine Kieu Becker, que amarrou o marido na cama para cortar seu pênis, vivia em Garden Grove, sudeste de Los Angeles, e estava em processo de divórcio.

Após mutilar o marido, Kieu Becker telefonou à polícia e disse que o homem "merecia" o castigo, revelou o porta-voz da polícia Jeff Nightengale.

"Os policiais chegaram e descobriram o homem amarrado na cama, ensanguentado (...). A mulher, que revelou ser sua esposa, usou uma droga não identificada na comida para fazê-lo dormir", disse Nightengale. "Foi amarrado na cama e quando despertou, teve o pênis cortado com uma faca. Depois ela atirou o pênis no triturador e partiu".

Os policiais recuperaram partes do pênis, mas ainda não há informação sobre uma possível reconstituição.

O homem, de 51 anos, está hospitalizado em estado grave.

AFP/ UOL

quarta-feira

João Kléber diz que depois de 1 semana fora conquista Joana

João Kléber diz que depois de 1 semana fora conquista Joana 

João Kléber confessou que tem interesse em Joana Machado, mas que jamais daria em cima da peoa dentro do reality. "Eu me amarrei nela mesmo", confessou o apresentador para Anna Markun e Raquel Pacheco na Casa da Roça.

O apresentador garantiu que só precisa de uma semana fora do confinamento para conquistar a personal trainer. "Se ela for comigo para lá (Portugal), ela não volta, não", afrimou.

O peão ainda explicou que não tem excesso de confiança. "Não é porque eu me garanto, é o estilo de postura como homem mesmo". O apresentador contou que é muito romântico.

A conversa foi encerrada com Raquel fazendo a seguinte observação: "você tem jeito de ser meloso, João".

Da Redação com PB Agora