terça-feira

Subcomandante da PM da PB prende soldado por porte ilegal de arma

Flagrante foi feito durante conversa amistosa do praça com o oficial


O subcomandante da Polícia Militar da Paraíba, coronel Washington, deu voz de prisão na tarde desta segunda-feira (7) a um policial militar de prenome Edmar, do 5º batalhão do Valentina Figueiredo.

Segundo uma fonte do MaisPB, o soldado conversava normalmente com o oficial. Em determinado momento, o coronel desconfiou que a arma que o policial portava não era de propriedade do soldado.

O próprio Edmar teria confirmado que o revólver não era de sua propriedade. Imediatamente, o subcomandante da PM deu voz de prisão ao soldado.

Edmar foi levado para a 2ª Delegacia de Polícia Civil, no Centro de João Pessoa, para a lavratura do flagrante. Amigos e policiais militares estão fazendo uma cota para o pagamento da fiança.

MaisPB

Homem acusado de matar a ex-namorada há 24 anos será julgado mesmo sem sua presença


Está marcado para essa quarta-feira, dia 9, o julgamento de Marcelo Bauer, o homem acusado de assassinar a ex-namorada há 24 anos. A estudante Thaís Muniz Mendonça morreu com 19 facadas e um tiro na cabeça, em 10 de julho de 1987, após deixar a Universidade de Brasília (UnB). Desde então, o suspeito sumiu da capital e do país. Policiais civis do Distrito Federal o encontraram na Dinamarca em 2001. Ele ficou preso por oito meses na época, para logo em seguida desaparecer novamente. Promotores de Justiça acreditam que ele esteja na Alemanha, onde ganhou a nacionalidade europeia por ser neto de um germânico. Ele também mudou de nome e passou a se chamar Marcelo Nielsen. Caso esteja vivo, completou 45 anos.
Apesar de tanto tempo, o crime atribuído a Marcelo Bauer não prescreveu após os 20 anos previstos em lei. Graças à atuação do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) e de uma decisão do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). Em maio de 2009, dois meses antes do prazo para o acusado ser julgado, desembargadores da 2ª Vara Criminal decidiram que ele deveria ir a júri popular, mesmo se não fosse notificado pessoalmente nem aparecesse na audiência. “Com essa decisão, foi interrompida a prescrição”, explica o juiz federal aposentado Pedro Paulo Castelo Branco, professor de direito penal da UnB. Agora, o crime prescreve somente em 2029, 20 anos após a decisão do TJDFT.
O julgamento ocorrerá à revelia, mesmo sem a presença do réu. Um defensor público o representará no processo. O serviço atende geralmente famílias de baixa renda, sem condições para pagar um advogado, o que não é o caso de Bauer. Ele estudava na UnB e morava com a família, de classe média. Encontrar o acusado de sequestrar e matar a jovem se tornou tarefa complicada, segundo investigadores da Polícia Civil, por causa do pai dele. À época do crime, o coronel Rudi Ernesto Bauer trabalhava no Serviço de Inteligência da Polícia Militar do DF. Segundo investigadores, ele planejou a fuga do filho com a ajuda de colegas de corporação e do Exército.
Fuga
O caso virou prioridade para o Departamento de Atividades Especiais (Depate) da Polícia Civil do DF em 2000. Na época, 13 anos depois do homicídio, dois agentes seguiram para Aarhus, na Dinamarca, onde Marcelo vivia com uma dinamarquesa e cursava comércio exterior em uma faculdade local. Como o foragido estava fora da jurisdição brasileira, a polícia recorreu à Interpol, que prendeu Bauer. Imediatamente, o Ministério da Justiça do Brasil pediu a extradição do acusado. O governo dinamarquês aceitou, mas a defesa de Bauer recorreu em março de 2001. Três juízes federais da Dinamarca suspenderam a extradição e libertaram o brasileiro, após oito meses de prisão.
De acordo com o promotor Maurício Miranda, do Tribunal do Júri, a última notícia de Marcelo indica que ele está na Alemanha. O acusado, que tem ascendência alemã, conseguiu nacionalidade no país. Isso dificultou a sua vinda para o Brasil, mesmo mediante ordem judicial. O MPDFT articulou, sem sucesso, com o Palácio do Itamaraty e a embaixada alemã para levar o processo ao país estrangeiro. Mas os desembargadores do TJDFT levaram em conta os laudos de exame cadavérico e de reconhecimento, além do depoimento de testemunhas, para decidir submeter Bauer à júri popular. Para o relator do caso, Arnoldo Camanho, a fuga à Europa logo após ser declarado réu serve como indício para a autoria do assassinato.
Camanho destacou também cartas escritas pela vítima, nas quais relata ameaças de morte feitas pelo então namorado, que não aceitava o fim do relacionamento. “Tudo indica que (Bauer) fugiu com documentos falsos, mesmo sabendo do processo e da expedição do mandado de prisão em seu desfavor”, comentou o desembargador, em parecer. Segundo a denúncia do MPDFT, “Bauer, por contrariedade, desejos, ânsia de posse da pessoa amada, ciúme e sentimentos de vingança, havia cometido várias ameaças e tentativas de sequestro e de morte contra a vítima”.
Crueldade
Os promotores concluíram que ele a sequestrou no câmpus da UnB “e após asfixiá-la com substância tóxica e deixá-la desmaiada, puxou-a para o seu carro, um Passat amarelo, ano 1978, e de maneira cruel desferiu contra ela 19 facadas na região mamária e carotidianas. Não contente, conduziu-a a local ermo, nas proximidades da 415 Norte, em direção ao Lago Norte, para ocultar o cadáver, arrastando-a para o mato, onde, à queima-roupa, a matou”. O corpo foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros, quando uma equipe apagava um incêndio em meio ao cerrado. Assim como o acusado, o carro no qual teria sido praticado o crime desapareceu.
O crime prescreveria em 11 de outubro de 2009, mas, com a lei que reformulou o Código de Processo Penal, ele pode ser julgado, mesmo foragido. Mas, em caso de condenação, só será preso se voltar ao Brasil. O réu pode pegar até 30 anos de cadeia. Parentes de Bauer e de Thaís não foram encontrados pela reportagem. Aliás, nesses 24 anos, nenhum familiar do acusado deu entrevista. O promotor de Justiça Marcelo Leite, escalado para o júri, não estava disponível para entrevista por estar fora do DF, segundo a assessoria de comunicação do MPDFT.
Cooperação
A Organização Internacional de Polícia Criminal, mundialmente conhecida pela sigla Interpol (International Criminal Police Organization), é uma organização internacional que ajuda na cooperação de polícias de diferentes países. Foi criada em Viena, na Áustria, em 1923. Hoje, a sede fica em Lyon, na França, tendo adotado o nome atual em 1956. Conta com a participação de 188 países. A Interpol não se envolve na investigação de crimes que não envolvam vários países membros ou crimes políticos, religiosos e raciais.
Entenda o caso
O crime
Thaís Muniz Mendonça, 19 anos, foi vista com vida pela última vez por volta do meio-dia de 10 de julho de 1987, quando deixava a UnB, onde cursava letras. Bombeiros encontraram o corpo dela dois dias depois, em um matagal próximo à 415 Norte, com marcas de 19 facadas no pescoço e um tiro na cabeça.
A fuga
A polícia apontou Marcelo Bauer, namorado de Thaís na época, como o autor do crime. Segundo o inquérito, o crime ocorreu no carro dele. O Tribunal do Júri de Brasília acatou a denúncia do MPDFT e o pronunciou como réu em 11 de outubro de 1989. Mas Bauer fugiu antes de o julgamento ser marcado.
A prisão
A Polícia Civil do Distrito Federal encontrou Bauer 13 anos após a fuga. O acusado estava em Aarhus, na Dinamarca, onde morava havia oito anos. Como o foragido estava fora de jurisdição, a polícia recorreu à Interpol, que prendeu Bauer.
A liberdade
Dias depois, o Ministério da Justiça pediu a extradição do acusado. O governo dinamarquês aceitou. A defesa de Bauer recorreu à Corte de Justiça de Aarhus em março de 2001. Três juízes federais da Dinamarca suspenderam a extradição e libertaram o brasileiro, após oito meses de prisão.
Nova fuga
O governo brasileiro apelou à Suprema Corte da Dinamarca, que autorizou a extradição. Nesse meio tempo, Marcelo Bauer deu entrada no pedido de cidadania alemã. Quando a Justiça dinamarquesa acatou a extradição do brasileiro, a Interpol descobriu que o acusado não estava mais na Dinamarca.
Troca de nome
A Interpol localizou Bauer na Alemanha. Em 2002, o governo alemão negou a extradição pedida pelo Brasil. Em seguida, o acusado conseguiu a cidadania e mudou o sobrenome. Passou a se chamar Marcelo Nielsen. O avô paterno dele é alemão.
Risco de prescrição
Em 4 de dezembro de 2007, o MPDFT entrou com pedido de julgamento à revelia do acusado. O promotor Andrelino Santos Filho temia a prescrição do crime, em 11 de outubro de 2009. Mas, na época, a legislação não permitia julgamentos com o réu ausente.
Júri popular
Em 28 de maio de 2009, decisão unânime da 2ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT) confirmou o julgamento de Marcelo Bauer pelo júri popular, com base na Lei Federal nº 11.689/08. Foragido no exterior, o acusado seria julgado à revelia em data ainda não definida.
Julgamento marcado
O Tribunal do Júri de Brasília marcou para amanhã o julgamento de Marcelo Bauer. A intimação dele foi feita por meio de edital, pois é considerado um foragido da Justiça brasileira. Com isso, será julgado à revelia, com defesa feita por integrante do Núcleo de Práticas Jurídicas do UniCeub.
O que diz a lei
A Lei Federal nº 11.698/08, aprovada em agosto de 2008, permite o julgamento de réus foragidos ou não encontrados pela Justiça brasileira. Na prática, o julgamento acontece normalmente, com a presença de juiz, promotor e defensor público, mas sem o acusado. Um dos objetivos da norma que reformula o Código de Processo Penal é evitar a prescrição de crimes antigos, em que o réu passa a ser inimputável após 20 anos da denúncia.
De acordo com a lei, no entanto, o acusado deve saber do andamento do processo antes que o julgamento ocorra sem a presença dele. No caso de Marcelo Bauer, o TJDFT entende que ele está ciente do andamento das ações, visto que compareceu às primeiras intimações, ainda na década de 1980, antes de fugir para a Europa. Além de garantir o julgamento de réus ausentes, a norma simplifica e torna mais ágil o trabalho do Tribunal do Júri. Também elimina formalidades nas audiências, como a leitura dos processos na íntegra, por exemplo. Desde a entrada em vigor da nova legislação, o TJDFT realiza mutirões mensais para julgar todos os casos próximos da prescrição até o fim do ano.

Fonte: Estado de Minas

Anoréxica de 26 anos pesa menos que a filha de 7 anos

Mulher que sofre de anorexia pesa menos que a filha de apenas 7 anos de idade

Depois de passar metade da vida sofrendo de anorexia, aos 26 anos Rebecca Jones, da cidade de Manchester, na Inglaterra, pesa apenas 32 kg. Menos que a filha dela, Maisy, de sete anos, que pesa 36 kg. Quando as duas colocam as mesmas roupas, podem passar facilmente por irmãs. “Vestir as mesmas roupas que Maisy me dá um sentimento de orgulho. É errado, mas me faz sentir bem. Eu não penso que sou magra. Eu sempre me vejo maior”, diz a mãe.
Segundo reportagem do jornal “Daily Mail”, Rebecca sobrevive comendo torradas, sopas e bebidas energéticas. Ela já foi alertada pelos médicos que a falta de nutrientes na dieta podeira matá-la. Por outro lado, incentiva Maisy a comer chocolate e cupcakes.
O distúrbio alimentar de Rebecca começou com a separação dos pais, quando ela tinha 11 anos. Aos 13, Rebecca já tinha praticamente parado de comer. Depois de uma drástica perda de peso, os amigos começaram a elogiar o corpo de Rebecca e a família dela não identificou logo o perigo. “Minha mãe só pensou que eu tivesse perdido as gordurinhas. Eu estava mais feliz”. Mas dois anos depois ela parou de menstruar e muitas vezes não tinha forças sequer para sair da cama.
Rebecca conheceu o pai de Maisy quando tinha 19 anos, na escola. Ela achou que a anorexia a tivesse deixado infértil e não tinha ideia de que estava grávida, até que sentiu um chute. Em seguida, uma ultrassonografia revelou que ela estava com mais de seis meses de gestação. “Eu não engordei e minha barriga continuava sequinha”, contou ela.
Os médicos receitaram pílulas de vitamina e pediram que ela ingerisse proteína para ajudar o bebê, mas o estômago dela não estava habituado com esse tipo de alimentação. Rebecca passou toda a gravidez comendo muito pão e beterraba e só engordou 3 kg durante toda a gestação. Maisy nasceu saudável, pesava apenas 2,2 kg.
Depois da gravidez, Rebecca voltou à dieta rígida e recuperou o peso anterior. Ainda assim, ela gosta de ver Maisy levando uma vida normal, comendo pizza e todo tipo de guloseimas. E sempre diz à filha que o distúrbio alimentar do qual ela sofre é algo muito ruim. “E se ela quer chocolate, eu digo sim - Eu não quero negar comida a ela”, diz a mãe.
Mas Rebecca admite que o peso dela preocupa a filha. A menina sempre tenta, sem sucesso, compartilhar com a mãe porções de bolo. E Maisy não está errada. Neste ano, um exame de sangue revelou que Rebecca tem baixo nível de potássio no sangue, o que causa fraqueza nos ossos. Por isso, ela precisa passar por exames regulares, inclusive cardíacos.
Da Redação com Extra

Aesa vai esvaziar barragem Camará para construção de novo reservatório


A comporta da barragem de Camará, no município de Alagoa Nova, está trabalhando com abertura máxima para esvaziar o açude. O procedimento, feito por técnicos da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), faz parte do processo de construção do novo reservatório que beneficiará 175 mil habitantes de vários municípios da região do Brejo.
Na manhã desta terça-feira (8), o volume da barragem era de 1,4%, aproximadamente 365 mil metros cúbicos de água. Engenheiros da agência estadual calculam que no prazo máximo de duas semanas o reservatório vai estar vazio – pronto para o procedimento que inicia as obras efetivamente. Desde a abertura da válvula de descarga, o nível do reservatório já baixou 60 centímetros, cerca de 100 mil metros cúbicos.
“O esvaziamento é feito de forma gradativa para garantir que não haverá prejuízo para os moradores da região”, alertou o diretor de acompanhamento e controle da Aesa, Porfírio Catão, explicando que durante o final de semana a vazão era de apenas 50%.


Quando estiver concluída, a Barragem Nova Camará vai beneficiar as localidades de Algodão de Jandaíra, Alagoa Nova, Areial, Campinote, Cepilho, Esperança, Chã de Marinho, Floriano, Jenipapo, Puxinanã, Lagoa Seca, Matinhas, São Tomé, Lagoa do Mato, Pocinhos, Remígio, São Miguel e São Sebastião de Lagoa de Roça.
Investimentos – O projeto está orçado em R$ 75 milhões, sendo R$ 29 milhões para a construção da barragem, R$ 39 milhões para o sistema de abastecimento de água com adutoras, estações elevatórias e estações de tratamento, e mais R$ 7 milhões para a construção da barragem de nível Pitombera/Serra Grande. Os recursos são oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC II).


Da Redação com Secom-PB 

Lady Gaga é a grande vencedora do EMA



Evento foi realizado no último domingo (6)



Foi realizado no último domingo, 6, o Europe Music Awards (EMA), em Belfast, na Irlanda do Norte. Lady Gaga, mais uma vez, mostrou que é a diva absoluta do pop naquele continente. A cantora, que foi indicada em seis categorias, levou quatro dos prêmios: os de melhor música e clipe, por “Born This Way”, melhor artista (feminino) e por ter os maiores fãs.
Os brasileiros do Restart, que brigavam na categoria de atração global, foram superado pelos sul-coreanos do BIGBANG. O grupo brasileiro venceu uma pré-seleção disputada por artistas latinos – na qual também estava Seu Jorge – mas acabou perdendo ao concorrer com as atrações de outras partes do mundo.

Katy Perry, que concorria em quatro categorias, ficou com o troféu de melhor artista ao vivo, somente – o primeiro entregue a ser entregue na festa, que apresentada pela jovem Selena Gomez, cantora, atriz e namorada de Justin Bieber.
Bruno Mars, além de ter sido eleito a revelação do ano, também foi agraciado com o título de melhor artista “push”, algo como aquele que mais avançou em sua carreira nos últimos tempos.
Empatando com ele, Justin Bieber também ficou com dois prêmios: melhor artista pop e masculino, além de o título de “voz MTV” 2011, que homenageia celebridades que se envolvem em projetos sociais.
Também com dois prêmios, o 30 Seconds to Mars se destacou como melhor grupo alternativo e por sua presença de palco.
Lady Gaga, além de ter subido ao palco várias vezes ao vencer categorias, também fez uma perfomance muito bem recebida pelas 20 mil pessoas que acompanhavam a entrega dos troféus. Cantou a faixa “Marry the Night” e, não precisa nem dizer, chamou atenção com seus figurinos (veja nas imagens ao lado).

Outro prêmio especial foi entregue ao Queen, escolhido como um ícone global pela MTV. A banda foi uma das grandes surpresas musicais da noite. Não era certeza se eles se apresentariam após receber a homenagem, já que Paul Rodgers, que fazia as vezes de vocalista do grupo por alguns anos, deixou o cargo em 2009. Desde então, o Queen não tinha alguém no lugar que será eternamente de Freddie Mercury, morto em 1991. Adam Lambert, do reality show American Idol, assumiu a responsabilidade e foram executadas as faixas “The Show Must Go On”, “We Will Rock You” e “We Are the Champions”.

A noite ainda teve como atrações musicais Coldplay (com “Every Teardrop is a Waterfall'”), Red Hot Chili Peppers, (“The Adventures of Rain Dance Maggie”) e Snow Patrol.
Veja abaixo os artistas que concorreram e, em destaque, os vencedores.

Melhor música
Adele - "Rolling in the Deep"
Bruno Mars - "Grenade"
Jennifer Lopez & Pitbull - "On the Floor"
Katy Perry - "Firework"
Lady Gaga - "Born This Way"

Melhor artista ao vivo
Coldplay
Foo Fighters
Katy Perry
Lady Gaga
Red Hot Chili Peppers
Melhor artista pop
Britney Spears
Justin Bieber
Katy Perry
Lady Gaga
Rihanna

Artista revelação
Bruno Mars
Far East Movement
Jessie J
LMFAO
Wiz Khalifa

Melhor artista feminino
Adele
Beyoncé
Jennifer Lopez
Katy Perry
Lady Gaga

Melhor artista masculino
Bruno Mars
David Guetta
Eminem
Justin Bieber
Kanye West

Melhor artista de hip-hop
Eminem
Jay-Z & Kanye West
Lil Wayne
Pitbull
Snoop Dogg

Melhor artista de rock
Coldplay
Foo Fighters
Kings of Leon
Linkin Park
Red Hot Chili Peppers

Melhor clipe
Adele - "Rolling in the Deep"
Beastie Boys - "Make Some Noise"
Beyoncé - "Run the World (Girls)"
Justice - "Civilization"
Lady Gaga - "Born This Way"

Melhor artista alternativo
Arcade Fire
Arctic Monkeys
My Chemical Romance
The Strokes
30 Seconds to Mars

Melhor presença de palco
Arcade Fire
Black Eyed Peas
Diddy Dirty Monkey
Enrique Iglesias
Kings of Leon
Linkin Park
My Chemical Romance
Ozzy Osbourne
Snoop Dogg
30 Seconds to Mars

Melhor atração global
Abdelfattah Grini
BIGBANG
Britney Spears
Lena
Restart
Maiores fãs
Justin Bieber
Lady Gaga
Paramore
Selena Gomez
30 Seconds to Mars

Melhor artista “push”
Alexis Jordan
Big Time Rush
Bruno Mars
Far East Movement
Jessie J
Katy B
LMFAO
Neon Trees
Theophilus London
Wiz Khalifa

Ícone global
Queen
Vozes MTV
Justin Bieber